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O Linguarudo

Orgulho de ser brasileiro, mas sobretudo carioca, um estado de espírito, um estilo de vida, nascido em Madureira no Rio, capital do samba, flamenguista e Beija-Flor de Nilópolis; sincero, franco, sem papas na língua, marrento, fala o que sente na lata

Orgulho de ser brasileiro, mas sobretudo carioca, um estado de espírito, um estilo de vida, nascido em Madureira no Rio, capital do samba, flamenguista e Beija-Flor de Nilópolis; sincero, franco, sem papas na língua, marrento, fala o que sente na lata

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12
Fev11

Pólo Petroquímico de Itaboraí, Porto do Açu e outros investimentos alavancam a economia do Rio de Janeiro

olinguarudo

14/02/2011 22h52 - Atualizado em 14/02/2011 22h52

 

A explosão do desenvolvimento econômico do interior Estado do Rio de Janeiro, sobretudo no norte fluminense, uma região belíssima, gostosa de se viver, verdadeiras cidades turísticas com muitas praias, montanhas e cachoeiras quase virgens, além da beleza local que sempre atraiu turistas, vão se transformando, em pólos econômicos atraindo grandes e pequenas empresa e em conseqüência geração e oferta de milhares de empregos, melhor qualidade de vida e desenvolvimento econômico e social.

 

Vídeo sobre a construção do maior Pólo Petroquimico do mundo

o Pólo de Itaborai no norte Fluminense - Rio de Janeiro

 

Com a instalação dos Pólos Petroquímicos, Portos, imensos distritos industriais e atração de milhares de empresas para a região para atender a demanda que se instalará em função dos investimentos públicos e privados, desde o pré-sal até os mega investimentos privados, como o grupo EBX do empresário carioca Eike Batista (EBX), que está instalando o Porto do Açú no município de São João da Barra na região e o Porto sudeste em Itaguai RJ, este fica no sul do estado região da Costa Verde, Rodovia Rio Santos.


Super Porto do Açu da EBX e LLX do empresário Eike Batista

 

Super Porto do Açu da EBX e LLX do empresário Eike Batista

 

A região Norte Fluminense virou o ‘Oeste brasileiro’ para os empresários e investimentos empresariais, e atrai grandes e pequenas empresas, tudo em função dos investimentos públicos e privados, as condições geográficas, as praias, as montanhas, as cachoeiras e sobretudo os cais de porto que estão sendo construído para o escoamento da produção para exportação para a Europa, Ásia, Oriente Médio e América do Norte, bem como as rodovias que cortam a região, como a BR 101 que liga o Sul do país ao norte/nordeste e as vicinais que encurtam distancias para o Rio, São Paulo e Belo Horizonte.

 

 

Os prefeitos tem que ter responsabilidade e coibir o que aconteceu por exemplo no Rio de Janeiro e São Paulo, quando uma avalanche de pessoas migraram de todos os cantos do país, sobretudo o nordeste, e emporcalharam as cidades, construindo favelas, de qualquer maneira, em locais de riscos, encostas e sobre tudo nas áreas nobres das cidades, acabando com a mata nativa, a Floresta da Tijuca é um belo exemplo disso, criando bolsões de miséria, de pessoas sem a mínima responsabilidade e amor pela cidade que chegam para se dar bem e ganhar dinheiro não interessa se na prostituição dezenas de filhas que trazem ou no trafico de drogas roubos e furtos dos filhos. É o que nos fornece hoje as favelas desses grandes centros. 99% dos bandidos e prostitutas são filhos de imigrantes retirantes, que embora tendo tudo a mão, escolas, faculdades, liceus de arte, músicas, teatro, bem perto de casa, preferem enveredar pelos caminhos mais fáceis sem muito esforço, prostituição e crime.

 

Parque Lage(E) e Palácio Gunabara - Rio de Janeiro

 

Instituto Osvaldo Cruz, Manguinhos(E), Paço Imperial(E) e Palácio Tiradentes - Centro Histórico, Corredor Cultural - Rio de Janeiro

 

Biblioteca Nacional Av. Rio Branco Cinelândia(E) Edifício do bar Amarelinho e a Câmara dos Vereadores, Palácio Pedro Erneto, Cinelândia - Centro histórico do Rio de janeiro

 

Depois eles usam um argumento de que se não fossem eles as grandes cidades não seriam como são porque foram eles que construíram. Como se trabalhassem de graça e não fossem pagos por isso. Quando na verdade o que houve foi que interromperam um ciclo de belas obras arquitetônicas um ciclo de prédios históricos, talhados, feitos com tecnologia européia de portugueses, espanhóis, franceses e holandeses no século XIX como podemos encontrar nos centros históricos do país como Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e outros com prédios de construção barrocas e neoclássicos como os Theatros Municipais do Rio, São Paulo, Manaus e outros, a Biblioteca Nacional, o Palácio Tiradentes, o Palácio Pedro Ernesto, Palácio Laranjeiras, e tantos outros no Rio de Janeiro. A belíssima Estação da Luz, a Pinacoteca do Estado em São Paulo. O Palácio Rio Branco, primeira sede do Governo no Brasil na cidade alta em Salvador ao lado do elevador Lacerda.


Na verdade essa mão-de-obra, miserável e barata, fugindo da fome, desclassificada, interrompeu um ciclo maravilhoso da arquitetura nacional e perdemos a oportunidade de termos um conjunto arquitetônico dos mais belos do mundo, ainda encontrado em cidades como Salvador, Rio de Janeiro, Recife, Manaus e Minas Gerais, porque em dado momento resolvemos trocar a tecnologia européia por uma mão de obra mais barata de tecnologia de paredes retas e fora do prumo. Coisa que não pode se permitir que se repita mais no Brasil.

 

Veja mais sobre investimentos na região:

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