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O Linguarudo

Orgulho de ser brasileiro, mas sobretudo carioca, um estado de espírito, um estilo de vida, nascido em Madureira no Rio, capital do samba, flamenguista e Beija-Flor de Nilópolis; sincero, franco, sem papas na língua, marrento, fala o que sente na lata

Orgulho de ser brasileiro, mas sobretudo carioca, um estado de espírito, um estilo de vida, nascido em Madureira no Rio, capital do samba, flamenguista e Beija-Flor de Nilópolis; sincero, franco, sem papas na língua, marrento, fala o que sente na lata

O Linguarudo

24
Abr11

Imagens exclusivas mostram a luxuosa casa do traficante Nem, na Rocinha (RJ)

olinguarudo

Atualizado em 25/04/2011 14h05

Fantástico Fantástico

Domingo, 24/04/2011

O Nem é chefe do tráfico na favela há 10 anos. Ele mora numa casa de três andares no coração da comunidade. A residência tem academia de ginástica, piscina e salão de festas.

 

Esse e os outros crimes que estamos carecas de ver e saber, é o agradecimento que as famílias das favelas, com 10/15 filhos, prostitutas e bandidos, em sua grande maioria cada um de um pai, dão a sociedade, a nós que pagamos impostos para o governo queimar nesses guetos a cata de votos por atacado, 300 mil vagabundos espertalhões (habitantes), antro de criação e reprodução de bandidos desse nivel do Nem, com a omissão, cumplicidade e conivência de seus, irresponsáveis pais, para que quem luta, paga e investe na vida acabar sendo vítimas de um vagabundo que embora morando perto de todas as oportunidades, escolheu e só aprendeu a usar e traficar drogas e armas. Enquanto os governos jogam nosso dinheiro no lixo, fazendo melhorias para essa escória como elevador panorâmico de R$ 89 mil, teleférico, cinema popular, biblioteca, quadras e ginásios poliesportivos, escolas de artes e outros. Enquanto os verdadeiramente necessitados, aqueles que pagam impostos e lutam pela sobrevivencia honestamente, fora da marginalidade, estão abandonados à propria sorte, na poeira, lama e vitimas das enchentes no subúrbio distante, baixada Fluminense ou nos bairros das cidades do Grande Rio, sem ninguém que se importe em fazer nenhuma melhoria pra eles.

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