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O Linguarudo

Orgulho de ser brasileiro, mas sobretudo carioca, um estado de espírito, um estilo de vida, nascido em Madureira no Rio, capital do samba, flamenguista e Beija-Flor de Nilópolis; sincero, franco, sem papas na língua, marrento, fala o que sente na lata

Orgulho de ser brasileiro, mas sobretudo carioca, um estado de espírito, um estilo de vida, nascido em Madureira no Rio, capital do samba, flamenguista e Beija-Flor de Nilópolis; sincero, franco, sem papas na língua, marrento, fala o que sente na lata

O Linguarudo

24
Abr11

Empresa de RH promete vagas que não existem e aplica golpe

olinguarudo


 

Domingo, 24/04/2011

A agência de recursos humanos ´Br Quality` atraía gente de todo o país. O grupo escolhia suas vítimas na Internet, em sites de currículos, e intermediava falsas contratações para grandes empresas.

 

São Paulo é o paraiso desses e dos mais variados tipos de estelionatários, como essa quadrilha, especializada em RH, existem outras com escritórios e empresas de fachada montadas para aplicar os mais variados tipos de golpes.

 

Enquanto o carioca tem ódio de estelionatário, '171', no mínimo se afasta dele, deixa falando sozinho, não quer papo com essa gente, avisa para os amigos que o sujeito é 'caô' puro e ele fica queimado e sem ambiente no circulo de amizade, debocha dele na cara de pau o ridicularizando, encarna, tem vários adjetivos qualificativos e pejorativos pra essa categoria como "71", caô, abeiro, e isso é bem latente e demonstrado nas composições de Zeca pagodinho, Martinho da Vila e outros. Cantado e decantado em Versos e prosa para demonstrar o quanto o carioca não gosta de 71, caozeiro e estelionatário. 

 

Em São Paulo existe uma cultura de festejar os estelionatários, os falsários, cujo golpe eles chamam de 'chapéu', a palavra deles não tem nenhum valor, eles não tem palavra, caráter, nem personalidade, são mentirosos e dissimulados, mas convivem bem e são aceitos em sociedade, dissimulados como são, falan o dia inteiro de alguém e à tarde se esse alguém aparece, correm todos pra cima dele pra neijar e abraçar e festejar efusivamente, deixando a pessoa pensar que é a mais querida do mundo. Eles não sabem dizer não, nunca dizem não, nem negam o que você pede de forma taxativa, como pe costume do carioca, mas com a mesma facilidade que não dizem não, nunca cumprem o que pormetem e isso é geral, muito natural e aceitável pelos nativos, aborigenes, que também quando sofrerem um estelionato de alguém, não agem como o carioca que parte pra cima pra matar, e denunciam o '71', 'caô' pra todos os amigos se afastarem dele. Eles se calam, ficam na deles, não reclamam não denunciam nem cobram. Eles são estranhos, bisonhos e bizarros

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