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O Linguarudo

Orgulho de ser brasileiro, mas sobretudo carioca, um estado de espírito, um estilo de vida, nascido em Madureira no Rio, capital do samba, flamenguista e Beija-Flor de Nilópolis; sincero, franco, sem papas na língua, marrento, fala o que sente na lata

Orgulho de ser brasileiro, mas sobretudo carioca, um estado de espírito, um estilo de vida, nascido em Madureira no Rio, capital do samba, flamenguista e Beija-Flor de Nilópolis; sincero, franco, sem papas na língua, marrento, fala o que sente na lata

O Linguarudo

14
Jul11

População ordeira e pacata, a que recolhe impostos, abandonada literalmente na merda

olinguarudo

 Parceiros do RJ mostram esgoto a céu aberto em Nova Iguaçu

A Avenida Nossa Senhora das Graças, em Nova Iguaçu, virou um rio de esgoto. Além do mau cheiro e das doenças, há lojas fechando porque os clientes não conseguem entrar nos estabelecimentos.

RJTV 1ª Edição | Última atualização: 9 horas e 47 minutos atrás

 

Parceiro do RJ mostra esgoto a céu aberto em avenida  (Reprodução/TV Globo)

 Idosa morre por não conseguir vaga em CTI

Uma idosa de 73 anos morreu após passar nove dias internada em uma UPA porque não tinha vaga em um CTI. Durante este tempo, a família ouviu diferentes diagnósticos.

RJTV 1ª Edição | Última atualização: 9 horas e 6 minutos atrás


 Famílias ainda aguardam moradia após tragédia em Petrópolis (RJ)

A tragédia na região serrana do Rio completou seis meses. Em Petrópolis, cerca de mil famílias ainda estão esperando por uma nova casa e ainda recebem o aluguel social.

RJTV 1ª Edição | Última atualização: 9 horas e 46 minutos atrás

 

Essa é a verdadeira população pobre, ordeira, pacata, até ‘cordeira’, do Rio de Janeiro. A população que optou por não invadir terras, não desmatar, não ter 8/10 filhos, para quem não pode criar um cachorro, e a conseqüência é que as mulheres vão se prostituir na zona sul da cidade a procura do turistas e os homens, todos nós já sabemos o que as favelas do Rio nos proporciona e fornece em larga escala, os bandidos que envergonham e aterrorizam a cidade e as prostitutas, com uma força de trabalho para o tráfico, o crime e a prostituição impressionante. A polícia mata 4/5 e há 300 na fila esperando a vaga para ingressar no tráfico, no crime.

Favela, local onde a maioria das famílias desprezam, não valorizam o ensino, o saber o estudo, a formação e o investimento na vida ordeira, local onde é banal e muito normal se conviver, endeusar e cortejar o crime e os criminosos, por pais e filhos(as).

 

Enquanto que a população que optou por não produzir e oferecer bandidos à sociedade ordeira da cidade, não invadir encostas, não desmatar a Floresta da Tijuca, não criar seus filhos imiscuídos com o crime e os criminosos nas favelas do Rio, optou por comprar um terreno nos bairros distantes ou nas cidades da Baixada Fluminense, como vemos no vídeo da matéria, construir suas casas, pagar impostos num bairro regular, essa população é abandonada pelo poder público de todas as esferas, largada ao “deus dará”, não tem o retorno do que pagam em impostos em seu benefício próprio, porque os governos resolveram gastar o dinheiro arrecadado deles, com marginais, onde se sabe, notoriamente, que é o reduto, o habitat, a produção, a cultivação e de onde provem toda a marginalidade que aterroriza a cidade, e é nessa escória populacional, que os governos decidiram investir, fazer benfeitorias, criar melhorias, escolas, clubes sociais, quadras poliesportivas, escolas de teatro, cursos técnicos, cursos de arte, cinemas populares, enquanto que os que pagam impostos, estão abandonado, o governo finge que dá saúde e morre-se nas filas e nos hospitais por falta de medicamentos, médicos e equipamentos, finge que dá escola e falta professores, tecnologia e salários, finge que da transportes, saneamento e os deixa literalmente na merda, quando chove na lama e em tempo seco na poeira, como denunciamos reiteradas vezes em várias matérias e está constatado no vídeo acima.

 

Essas verdadeiras comunidades ordeiras, diferentes dos favelados, arruaceiros, vândalos a serviço do tráfico, que quando solicitados pelos traficantes promovem desordem, depredações, queima de veículos, são pessoas pacatas e até cordeiros, porque se submetem a essa situação resignadas sem se indignarem, se acostumaram, e convivem com essa situação pacificamente sem reclamar, a não ser num caso extremo como esse que extrapola todas os limites de tolerância, caso contrário eles estão perfeitamente adaptados ao local e não reclamam.

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