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O Linguarudo

Orgulho de ser brasileiro, mas sobretudo carioca, um estado de espírito, um estilo de vida, nascido em Madureira no Rio, capital do samba, flamenguista e Beija-Flor de Nilópolis; sincero, franco, sem papas na língua, marrento, fala o que sente na lata

Orgulho de ser brasileiro, mas sobretudo carioca, um estado de espírito, um estilo de vida, nascido em Madureira no Rio, capital do samba, flamenguista e Beija-Flor de Nilópolis; sincero, franco, sem papas na língua, marrento, fala o que sente na lata

O Linguarudo

13
Mai11

Japeri tem sua escolinha de Golfe e já começa render títulos e revelar campeões na categoria

olinguarudo

Atualizado em 14/05/2011 12h52 

Jovens alunos golfistas orgulhosos no campo da escolinha da Associação de Golfe Público de Japeri


Japeri é um dos menores e sem dúvida o mais pobres municípios da baixada Fluminense, encravado no pé da Serra de Tinguá por um lado e margeado pela Via Dutra do outro, entre os municípios de Queimados, Paracambi e Seropédica, ai está Japeri.

 

Em 2005 quatro caddies, carregadores de bolsas dos golfistas, funcionários do Itanhagá Glf Club do Rio de Janeiro, moradores de Japeri, aproveitaram um enorme terreno que servia de pastagem para o gado e começaram a incentivar as crianças do bairro a praticar golfe, e criaram uma espécie de escolinha de golfe no local e começaram a ensinar as técnicas do esporte a essas crianças carentes daquele município, com todo material usado trazido do Itanhagá Golfe Clube, no Rio de Janeiro, onde eles trabalhavam, para que as crianças pudessem iniciar.

 

A experiência deu tão certo que mais tarde com a ajuda de empresários e do governo municipal, eles além de construíram o primeiro campo de golfe público do Brasil, fundaram a Associação de Golfe Público de Japeri e agora a coisa ficou séria e eles já pensam em competir e ganhar títulos.

 

O grupo conseguiu com a prefeitura a desapropriação de uma área de 650 mil metros quadrados, que antes só servia como pastagem de animais. O cenário é mesmo de contrastes. Japeri é um dos municípios mais pobres da baixada fluminense e hoje o único do país a ter um campo público para a prática do golfe.

 

Empresários doaram R$ 500 mil para a construção de quatro buracos oficiais, com gramado e dimensões seguindo as normas internacionais do esporte. O clube municipal Japeri Golfe Links ganhou o reconhecimento da federação do estado do Rio e já tem 30 associados, na maioria, os próprios caddies. 

 

Os quatro amigos moradores de Japeri, na baixada fluminense. Região de gente simples. Nada acostumada à sofisticação do golfe. Em vez dos carrões da zona sul do Rio de Janeiro, os golfistas de Japeri chegam à pé ou de bicicleta, mas as diferenças param por aí. 

No caminho dos quatro amigos, crianças e adolescentes do bairro começam a ensaiar as primeiras tacadas. Eles têm aula duas vezes por semana, de graça. 

 

Hoje orgulhoso Jair Medeiros, de 38 anos, instrutor e um dos fundadores da Associação de Golfe Público de Japeri, criada em 2005, que hoje abriga 110 crianças, de 7 a 17 anos, com aulas de terça à sexta, aprendendo as técnicas de um esporte considerado de elite. Existem cerca de 20 jovens na fila para fazer inscrição.

 

Japéri já foi representada por 16 jovens na primeira etapa do Tour do Rio, campeonato que acontece no Itanhangá Golfe Club, no Rio. É o maior número de alunos que a Associação de Golfe Público de Japeri, criada em 2005, já enviou para a competição. 

 

Kely Aparecida uma das campeãs da Associação de Golfe Público de Japeri fazendo bonito

 

Crianças e adolescentes da escolinha de golfe de Japeri participaram de mais um torneio local. No evento, que reuniu 45 alunos, Kely Aparecida Simone (foto) se classificou para a equipe juvenil da Federação de Golfe do Estado do Rio de Janeiro (FGERJ) e vai disputar o Campeonato Interfederações Juvenil, em julho, no Itanhangá Golfe Club.

 

Para a primeira etapa do Tour do Rio, a Associação levou jogadores para todas as categorias: sub-11, 13, 15, 17 e acima de 18 anos, nas modalidades feminino e masculino. Ao longo do ano, o circuito será realizado em diversos campos do Rio.

— Vamos chegar com 16 crianças. É o maior número de competidores que sairá de Japeri para um campeonato — conta orgulhoso Jair Medeiros, de 38 anos, instrutor e um dos fundadores da associação. 

 

Crianças alunos da escolinha da Associação de Golfe Público de Japeri com  integrante do PGA Tour e de

John Byers e Vicky Whyte 

 

O forte calor não desanimou o executivo do golfe Ty Votaw. Ele testou três buracos do campo da Associação de Golfe Público de Japeri na semana passada. Ao lado de outros dois integrantes do PGA Tour  e de John Byers e Vicky Whyte, da Confederação Brasileira de Golfe,  visitou o local. A comitiva ficou impressionada com a qualidade do campo e com o nível técnico dos alunos da escola.

 

Oito atletas da Associação de Golfe Público de Japeri Globo disputaram a terceira etapa do Circuito Carioca de Golfe Juvenil, nesta quinta e sexta-feiras, no campo do Gávea Golfe Club. Kely Simone, que disputa na categoria B (de 16 a 18 anos) entrará em campo disposta a repetir sua ótima atuação na primeira etapa da competição, quando ficou com o título. Os outros representantes da AGPJ serão Vitória Monteiro, Carlos Vinícius, Cristian Barcelos, Eliventon dos Santos, Patrick Menezes, Moisés Leal e Cléber Pereira. O circuito, que percorre diversos campos do Estado do Rio, abre oportunidades para os jovens golfistas, além de preparar os jogadores cariocas para competições nacionais e internacionais.

03
Fev11

A quadrilha de vagabundos, drogados entra em ação, não por uma causa justa, mas porque o Corinthians perdeu

olinguarudo

Carros apedrejados no estacionamento do CT do Corinthians, em São Paulo. O maior, uma BMW, pertence ao técnico Tite.

O Astra, ao lado, é de um roupeiro - Foto: Leandro Canônico / Globoesporte.com

 

Já passou da hora do Ministério Público denunciar todos e acabar com as torcidas organizadas no Brasil, essas quadrilhas de vagabundos, drogados e marginais, sem nenhum espírito desportivo, vivem as custas das torcidas se drogando em estádios, sedes e estádios, e armados cometendo toda sorte de crimes, são marginais, traficantes de drogas, usuários e assassinos, na medida em que em todas as torcidas se usa droga nos estádios e matam, agridem e lesionam torcedores adversários.

 

Esse animais, marginais, não são torcedores, são criminosos, se organizam em quadrilhas para em vez de torcer praticar crimes de toda sorte e por isso não tem sentido mais tolera-los, ser cúmplice, deles e esperar a próxima leva de crimes que eles vão praticar, seja contra torcedores adversários, jogadores ou dirigentes.


Carro com o vidro traseiro destruído
(Foto: Leandro Canônico / Globoesporte.com)

 

Tem que identificar todos, denunciar e indiciar como criminosos, julgar e condenar a muito anos de cadeia. Ai eles viram frangas.

 

Essa escória, excremento, asnos, animais irracionais, lixo humano, não se mobilizam assim, nem são tão valentes quando estão sozinhos ou mesmo quando são atingidos diretamente de outras formas que não seja uma derrota no futebol, mas por exemplo quando o Congresso Nacional toma medidas que afetam diretamente a eles, suas familias, as gerações futuras, com roubos, desvios, e corrupção ou como fez recentemente, aumentou os salários dos parlamentares em mais de 60%, absolve o Sarney numa manobra corporativista de todos os crimes por ele cometidos e o reelege para mais quatro anos de mandato frente o Senado Federal, isso não os atinge, porque esses vermes, excrementos, lixo humanos, nem entendem o que isso significa, eles são alienados mentais, embora esse escarneo dos políticos seja mais humilhante, pelo menos para mim, que qualquer derrota do meu querido Flamengo.

 

Carro de um funcionário do CT tem o para-brisas atingido por uma pedrada
(Foto: Leandro Canônico / Globoesporte.com)

 

Vou sentir muito, como sentimos as derrotas do Rubro-Negro e a falta de títulos, mas jamais vou sequer perder uma noite de sono por isso. Enquanto esses marginais desocupados, idiotas, alienados mentais, massa de manobra, analfabetos, sub-raça, além de perderem noites de sono, se organizam, se mobilizam para cometer crimes por conta disso.

 

Mas no caso das mazelas, corrupção, falcatruas políticas nacionais esses vermes, lixo humano alienados mentais, não tem, nem nunca se viu nenhuma torcida organizada se levantar e exigir com o mesmo ímpeto que exige as vitórias de seis times, que agridem e quebram carros de jogadores e dirigentes, se mobilizar e invadir o Congresso Nacional para exigir pelo menos moralidade pública, se um dia essas quadrilhas se mobilizassem para o bem, como estamos assistindo no Egito, o país tinha jeito e estaria consertado.

 

Policiais militares conferem os estragos feitos pelos vândalos nos carros dos jogadores
(Foto: Leandro Canônico / Globoesporte.com)

 

Já passou da hora das autoridades colocar todos na cadeia e acabar de vez com essas "quadrilhas de marginais organizadas".

 

Se qualquer um desses marginais os mais 'valentes', como já vi em delegacias, mias de uma vez, chegar em casa, vindo do estádio onde foi assistir um jogo, e encontrar a casa assaltada, a mãe a mulher e a filha estupradas, eles choram como galinhas, e vão pra delegacia amparados como vítimas dar queixa. Não tem de forma alguma a mesma atitude de 'macho', 'violento', de agir contra os agressores de suas familias. Vão fazer o procedimento normal e pedir ao delegado que prenda, meta na cadeia os agressores de suas familias. Nem lhes passam pela cabeça se articular, mobilizar e sair a caça dos agressores.

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