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O Linguarudo

Orgulho de ser brasileiro, mas sobretudo carioca, um estado de espírito, um estilo de vida, nascido em Madureira no Rio, capital do samba, flamenguista e Beija-Flor de Nilópolis; sincero, franco, sem papas na língua, marrento, fala o que sente na lata

Orgulho de ser brasileiro, mas sobretudo carioca, um estado de espírito, um estilo de vida, nascido em Madureira no Rio, capital do samba, flamenguista e Beija-Flor de Nilópolis; sincero, franco, sem papas na língua, marrento, fala o que sente na lata

O Linguarudo

03
Fev11

Suplicy: Essa excrescência nacional sempre na contra-mão da lógica

olinguarudo

 

O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) lê carta de Cesare Battisti no plenário do Senado
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

 

Depois de visitar, demagogicamente, (veja a matéria e os comentários) ou imagina-se, recebendo alguma propina dos advogados para interceder em favor do bandido Cesare Battiste, para que o Brasil lhe de asilo e não o deporte para a Itália, onde tem condenação legítima, no pais que promoveu a operação mãos limpa, a excrescência, do senador Suplicy (PT-SP), usou a tribuna do senado ler uma carta com a versão do bandido e fazer campanha em favor de Battiste. O que demonstra a sua demagogia e incoerência já que não teve a mesma atitude quando os músicos em Recife e os atletas cubanos, fugiram da concentração e pediram exilo ao Brasil, e a canalhada comunista infiltrada no governo Lula, agiu rápido para deportar os cubanos e devolve-lo a Fidel Castro.


Esse é o tipo de político eleito por São Paulo que os paulistas enviam para o Congresso Nacional anos após ano. Políticos sem nenhum serviço relevante prestado a sociedade, apesar de nunca terem trabalhado na iniciativa privada e ter vivido a vida às custas do erário público, nas tetas da viúva, sangue-suga, parasita da sociedade, verme, excremento, lixo humano. Compactuando, participando, sendo coniventes e cúmplice das mutretas e falcatruas da escória, da camarilha, sangue-sugas da sociedade, a classe política brasileira. Legislando em causa própria, como 14º salário, polpudas verbas de gabinete, passagens aéreas, em fim, transformando a política brasileira nessa pocilga fétida que é, onde as pessoas de bem não tem coragem de passar na porta, tal o mal cheiro que exala de lá. Enquanto os porcos são sempre os mesmos, se reelegendo ano após ano. Como esse escória inoperantes e imprestáveis Eduardo Suplcy, José Sarney, Renan Calheiros e outros vermes, dejetos, excrementos, lixos humanos nojentos que o povo paulista teima em reeleger.

 

Esses eleitores, sobretudo os paulistas, são a escória da sociedade brasileira, amebas, alienados mentais, néscios, na medida que tem critérios estranhos para eleger seus candidatos.

 

E é por isso que São Paulo, essa torre de Babel sem ordem e sem lei, corroída pelas máfias de todas as formas, desde os coreanos até os chineses, em que o estado é impotente, inerte, cúmplice e negligente diante delas, que dominam a capital, afrontam, na medida em que na mais importante avenida da cidade e da América Latina, a Av. Paulista, possui dois prédios de vários andares “shoppings” com o que há de mais requintado de contrabando clandestino, do país, e ninguém vê as mercadorias entrarem, os containers serem descarregados no porto de Santos e outros, dizimando a industria nacional de brinquedos, confecção e outros.

 

Existem feiras de contrabando espalhadas por todo centro da capital paulista, na cara de todo mundo, e ninguém faz nada em favor do emprego e da industria nacional, e assim as máfias paulistanas dominam, matam e morre e intimidam na Feira da madrugada no Brás.

 

Na Rua e o entorno da Rua 25 de Março, onde vem ‘sacoleiros’ de tudo que é parte do país para adquirir de tudo desde bijuterias até roupas de cama mesa e banho, óculos, eletrônicos em alguns prédios e galerias como a Pagé a mais famosa em contrabandos fechada mais de 100 vezes.

 

Na Rua Santa Ifigênia e adjacências se adquire tudo em eletrônicos, desde uma TV Plasma, LED, até computadores de todos os tipos e espécies, passando por decodificador de sinal de TV a Cabo, secretarias eletrônicas, telefones e aparelhos de alta tecnologia e ultima geração e lançamento no mundo,

 

São Paulo é isso, máfia, máfia para tufo, máfia para estacionar, máfia para praticar crime, até isso, tem que procurar o dono do território e pagar, tudo tem o dono do território, ‘não entra de cabeça’ que você pode morrer em plena luz do dia com um tiro na cabeça, como morreu um camelo às 13h00, que foi para a Ladeira Porto Real e começou a vender cocada, a fim de levar algum dinheiro para casa, para alimentar seus filhos, e chegou alguém e disse para ele sair dali ou pagar o valor para ficar ali e ele alegou que não tinha dinheiro e ia vender algumas cocadas para levar comida para seus filhos. Pouco tempo depois levou um tiro na cabeça, no meio de todo aquele formigueiro de gente e ninguém viu.

 

São Paulo é o estado que mais elege forasteiros, qualquer um que se encontra em situação de decadência profissional ou não gosta de trabalhar como Lula, vai pra São Paulo e se lança candidato no que é a maior vagabundagem que deu certo e rende muitos lucros e falcatruas no país, a carreira política.

 

Sem nenhum vínculo ou identificação com as cidades e o estado, eles vem de fora ou mudam o domicilio eleitoral e são imediatamente eleitos. E ai temos vários exemplos de oportunistas e aventureiros que sabendo dessa facilidade de se eleger se lançando candidato por São Paulo, se aventuram.

 

O maior exemplo disso é o famoso Palhaço Tirica, nordestino, que foi o político mais votado do país por São Paulo, deu a polêmica que todos sabem, inclusive quase tendo sua candidatura impugnada por desconfiarem que ele era analfabeto.

 

O mineiro de Caratinga radicado no Rio de Janeiro e agora em São Paulo, Agnaldo Timóteo é vereador pela capital paulista.

 

O cantor de Forró, piauiense, Frank Aguiar é vice-prefeito de São Bernardo do Campo uma das cidades mais importantes do ABCD paulista.

 

Ivanildo Gomes Nogueira, Batoré é vereador por Mauá-SP, o pernambucano de Serra Talhada, e muitos outros.

 

Os critérios usados pelos paulista para eleger qualquer vagabundo para a política local e nacional são vários, desde não ter critério nem responsabilidade nenhuma, até votar em alguém que foi recomendado por algum amigo ou parente, alguém que é da cidade de onde ambos vieram, eleitor e leito, ou em alguém que dá cesta básica, ou alguém que entrou pelas portas das associações de moradores, prestando serviços relevantes a ‘comunidade’, se comportando como bons moços, mal intencionados, e no período eleitoral se lança candidato a vereador ou deputado e começa sua carreira de mais vagabundo ainda, pelo caminho mais famoso da vagabundagem no Brasil, a política.

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